RITO DE PROFISSÃO RELIGIOSA
FRATERNIDADE SÃO JOÃO PAULO II
FRATERNIDADE SÃO JOÃO PAULO II
26/07/2024
Reunidos o povo e a comunidade religiosa, a procissão dirige-se ao altar, passando pela igreja, enquanto o coro e o povo cantam o canto da entrada. A procissão realiza-se como de costume, sendo aconselhável que nela tomem parte os professandos, acompanhados pelo Mestre e, nos Institutos laicais, pelo próprio Superior.
Tendo chegado ao presbitério e, feita a reverência ao altar, todos tomam seus lugares e a missa prossegue.
Antífona de entrada
Festejemos São Joaquim e Sant'Ana, pais da Virgem Maria, pois Deus lhes concedeu a bênção de todas as nações. (Cf. Eclo 44, 1. 25)
Diz-se o Glória.
Coleta
Pres.: Oremos.
Ó Deus, quisestes que a graça do Batismo florescesse, com grande vigor, nestes vossos servos, desejosos de seguir mais de perto os passos do vosso Filho; concedei-lhes que, buscando cada vez mais a perfeição evangélica, façam crescer a santidade da Igreja e sejam testemunhas de sua vitalidade apostólica. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
Primeira Leitura (Eclo 44, 1)
Vamos fazer o elogio dos homens famosos, nossos antepassados através das gerações. Estes, são homens de misericórdia; seus gestos de bondade não serão esquecidos. Eles permanecem com seus descendentes; seus próprios netos são a sua melhor herança. A descendência deles mantém-se fiel às alianças e, graças a eles, também os seus filhos. Sua descendência permanece para sempre, e sua glória jamais se apagará. Seus corpos serão sepultados na paz e seu nome dura através das gerações. 15 Os povos proclamarão a sua sabedoria, e a assembleia vai celebrar o seu louvor.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
(Sl 131)
O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
— O Senhor vai dar-lhe o trono de seu pai, o rei Davi.
— O Senhor fez a Davi um juramento, uma promessa que jamais renegará: “Um herdeiro que é fruto do teu ventre colocarei sobre o trono em teu lugar!”
— Pois o Senhor quis para si Jerusalém e a desejou para que fosse sua morada: “Eis o lugar do meu repouso para sempre, eu fico aqui: este é o lugar que preferi!”
— “De Davi farei brotar um forte Herdeiro, acenderei ao meu Ungido uma lâmpada. Cobrirei de confusão seus inimigos, mas sobre ele brilhará minha coroa!”
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
Segue-se o Aleluia.
ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA! ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA! ALELUIA, ALELUIA!
FELIZ QUEM OUVE E OBSERVA
A PALAVRA DE DEUS!
ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA! ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA! ALELUIA, ALELUIA!
O diácono, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Diác: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Mt 13, 16-17)
O diácono dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác: O Senhor esteja convosco.
Diác: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
Ass: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác: Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Felizes sois vós, porque vossos olhos veem e vossos ouvidos ouvem. Em verdade vos digo, muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes, e não viram, desejaram ouvir o que ouvis, e não ouviram”.
Terminado o Evangelho, o diácono diz:
Diác: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
Ass: Glória a vós, Senhor.
O diácono beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
CHAMADA OU PETIÇÃO
Terminado o Evangelho, o Celebrante e o povo sentam; os professandos ficam de pé.
Pres.: Queira aproximar-se aqueles que farão os votos na Fraternidade São João Paulo II.
C1: Irmão Apollo Gabriel, FSJPII.
C2: Irmão Cauan Oliveira, FSJPII.
C3: Irmão Derek Almeida, FSJPII.
C4: Irmão Pedro Card. Parolin, FSJPII.
C5: Irmão Ronaldy dos Santos, FSJPII.
Professandos: Aqui estou!
O Celebrante interroga os professandos, com estas palavras ou equivalentes:
Pres.: Meus filhos, o que pedis a Deus e à sua santa Igreja?
Os professandos respondem juntos, com estas palavras ou outras semelhantes:
Professandos: Pela misericórdia de Deus, e tendo dado conhecimento da vida consagrada, no Instituto Religioso Clerical São João Paulo II, humildemente vos pedimos, que nos admitais a Profissão Religiosa nesta família, para a Glória de Deus e ao serviço da Igreja.
O Celebrante e todos os membros da família religiosa respondem com estas ou outras palavras apropriadas:
℟.: Graças a Deus!
HOMILIA OU ALOCUÇÃO
Os professandos sentam e faz-se a homilia ou alocução, que ressalte não só o sentido das leituras bíblicas, como o grande valor da profissão religiosa para a santificação dos professos e o bem da Igreja e de toda a família humana.
DIÁLOGO
Os professandos levantam e o celebrante pergunta-lhes se estão preparados para se consagrarem a Deus e procurarem a perfeição da caridade, segundo a Regra ou as Constituições da família religiosa. As perguntas aqui propostas podem ser mudadas ou omitidas em parte, conforme as características de cada família religiosa.
Pres.: Meus irmãos (filhos), pelo batismo morrestes para o pecado e fostes consagradas ao Senhor, quereis agora, pela profissão perpétua, ser consagradas mais intimamente a Deus?
Professandos: Quero.
Pres.: Quereis, com a graça de Deus, abraçar para sempre a castidade perfeita, a obediência e a pobreza que Cristo e sua Mãe escolheram para si?
Professandos: Quero.
Pres.: Quereis seguir com fidelidade o Evangelho e observar a Regra da vossa família, procurando com perseverança a perfeição do amor a Deus e ao próximo?
Professandos: Quero.
Pres.: Quereis, com o auxilio do Espírito Santo, dedicar toda a vossa vida ao serviço do povo de Deus?
Professandos:Quero.
Terminando o diálogo, o Celebrante confirma o propósito das professandos, dizendo estas palavras ou outras semelhantes:
Pres.: Deus vos inspirou este bom propósito. Que ele vos dê a graça de realizá-lo na esperança da vinda do Senhor.
℟.: Amém.
LADAINHA
Todos se levantam. O Celebrante, de mãos unidas e voltado para o povo, diz:
Pres.: Meus irmãos e minhas irmãs; Oremos para que o Pai todo-poderoso derrame suas bênçãos sobre estes seus filhos. Ele os chamou para seguirem o Cristo mais de perto. Que em sua bondade os confirme no santo propósito.
Segue-se a Ladainha dos Santos. Nos domingos e no Tempo pascal, todos permanecem de pé; nos outros dias, de joelhos. Neste caso o diácono diz:
℣.: Ajoelhemo-nos.
E todos se ajoelham.
Ⓗ O professando se prostra.
Ⓗ Canta-se a ladainha, à qual todos respondem.
Ⓗ Nos domingos e no Tempo Pascal, todos permanecem de pé, na posição em que estão.
— Senhor, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
— Cristo, tende piedade de nós.
℟.: Cristo, tende piedade de nós.
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
— Cristo, tende piedade de nós.
℟.: Cristo, tende piedade de nós.
— Senhor, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
— Santa Maria, Mãe de Deus,
℟.: rogai phor nós.
— São Miguel e Santos Anjos de Deus,
℟.: rogai phor nós.
— São João Batista e São José,
℟.: rogai phor nós.
— São Pedro e São Paulo,
℟.: rogai phor nós.
— Santo João e Santa Maria Madalena,
℟.: rogai phor nós.
— Santo Estêvão e São Lourenço,
℟.: rogai phor nós.
— Santa Inês e São Basílio,
℟.: rogai phor nós.
— Santo Agostinho e São Bento,
℟.: rogai phor nós.
— São Bernardo,
℟.: rogai phor nós.
— São Francisco e São Domingos,
℟.: rogai phor nós.
— Santa Macrina e Santa Escolástica,
℟.: rogai phor nós.
— Santa Clara e Santa Catarina,
℟.: rogai phor nós.
— Santa Teresa de Jesus e Santa Rosa de Lima,
℟.: rogai phor nós.
— Santa Joana Francisca de Chantal e Santa Luísa de Marillac,
℟.: rogai phor nós.
— Todos os santos e santas de Deus,
℟.: rogai phor nós.
— Sede-nos propício,
℟.: ouvi-nos, Senhor.
— Para que nos livreis de todo mal,
℟.: ouvi-nos, Senhor.
— Para que nos livreis de todo pecado,
℟.: ouvi-nos, Senhor.
— Para que nos livreis da morte eterna,
℟.: ouvi-nos, Senhor.
— Pela vossa encarnação,
℟.: ouvi-nos, Senhor.
— Pela vossa morte e ressureição,
℟.: ouvi-nos, Senhor.
— Pela efusão do Espírito Santo,
℟.: ouvi-nos, Senhor.
— Apesar dos nossos pecados,
℟.: ouvi-nos, Senhor.
— Para que vos digneis enriquecer a vida da Igreja pela oblação e o apostolado de vossos filhos,
℟.: ouvi-nos, Senhor.
— Para que vos digneis aumentar os dons do Espírito Santo em vosso servo o Papa N. e em todos os ministros da Igreja,
℟.: ouvi-nos, Senhor.
— Para que vos digneis fazer que a vida e a ação dos religiosos concorram para o progresso da família humana,
℟.: ouvi-nos, Senhor.
— Para que vos digneis levar todos os seres humanos à plenitude da vida cristã,
℟.: ouvi-nos, Senhor.
— Para que vos digneis conservar e aumentar a caridade de Cristo e o espírito dos fundadores em todas as famílias religiosas,
℟.: ouvi-nos, Senhor.
— Para que vos digneis associar mais plenamente à obra da Redenção os que abraçaram os conselhos evangélicos,
℟.: ouvi-nos, Senhor.
— Para que vos digneis abençoar os pais que vos ofereceram seus filhos,
℟.: ouvi-nos, Senhor.
— Para que vos digneis fazer estes vossos filhos cada vez mais conformes ao Cristo, primogênito de muitos irmãos,
℟.: ouvi-nos, Senhor.
— Para que vos digneis conceder a estes vossos filhos a virtude da perseverança,
℟.: ouvi-nos, Senhor.
— Para que vos digneis abençoar; santificar e consagrar estes vossos filhos, nossos irmãos,
℟.: ouvi-nos, Senhor.
— Jesus, Filho do Deus vivo,
℟.: ouvi-nos, Senhor.
— Cristo, ouvi-nos.
℟.: Cristo, ouvi-nos.
— Cristo, atendei-nos.
℟.: Cristo, atendei-nos.
Terminada a ladainha, o celebrante de pé e de mãos unidas diz:
Pres.: Atendei, ó Deus, as preces do vosso povo e preparai pela vossa graça o coração das vossos filhos que vos serão consagrados. Que o Espírito Santo os purifique de toda culpa e acenda neles o vosso amor. Por Cristo, Nosso Senhor.
℟.: Amém.
O Diácono, se for o caso, diz:
℣.: Levantai-vos.
E todos se levantam.
PROFISSÃO
Se for costume da família religiosa, dois religiosos, já professos aproximam-se da cadeira do Celebrante (ou do Superior) e ficam de pé, exercendo a função especial de testemunhas. Cada um dos professandos se aproxima do Celebrante (ou do Superior) e lê a formula da profissão, escrita previamente de próprio punho.
O que faz a profissão:
Professandos: Eu, N. N., quero com firme vontade consagrar toda a minha vida à glória de Deus seguindo o Cristo mais de perto. Por isso, diante dos irmãos aqui presentes, em tuas mãos, Dom - faço voto perpétuo de castidade, pobreza e obediência, segundo a Regra e as determinações do Instituto Religioso São João Paulo II. Entrego-me, pois, de todo o coração a esta família religiosa, a fim de procurar a perfeição da caridade, no serviço de Deus e da Igreja, com a graça do Espírito Santo e o auxílio da Virgem Maria.
Quem recebe os votos pode dizer:
Pres.: E eu, pelo poder a mim confiado, recebo em nome da Igreja os votos que fizestes ao Instituto Religioso São João Paulo II. Rogo a Deus que a vossa oblação unida ao Sacrifício eucarístico, seja plenamente vivida.
Terminada esta parte, os professos, de pé, podem cantar, se for costume da família religiosa, uma antífona ou um canto que expresse poeticamente o sentido da doação e alegria.
℟.: Sustentai-me e viverei, como dissestes; não podeis decepcionar minha esperança!
Pres.: Ó Deus, santificador da vossa Igreja, toda criatura deve louvar-vos. No início dos tempos, criastes o universo cheio de beleza; e ao mundo caído pelo pecado de Adão, prometestes um novo céu e uma nova terra. Confiastes o mundo aos seres humanos para que o fecundassem com o trabalho, e, percorrendo os seus caminhos, chegassem à cidade celeste. Aos vossos filhos que abraçaram a fé e reunistes na santa Igreja, distribuís diferentes dons da vossa graça: a uns chamais para vos servir em casto matrimônio; a outros pedis que renunciem às núpcias por causa do reino dos céus, e partilhem todos os bens com os irmãos, vivendo em tão grande caridade, que se tornem um só coração, imagem da comunidade eterna. Agora, ó Pai, nós vos pedimos: enviai o Espirito Santo sobre estes vossos filhos que responderam com firme confiança ao apelo do Cristo. Dai-lhes firmeza de ânimo e orientai pelo Evangelho suas vidas. Abrasados de mútuo amor, dediquem-se com zelo a todos, para que sejam um sinal eloquente de que sois o Deus verdadeiro e quereis a todos com amor sem limite. Fazei, ó Pai, que sustentando com coragem as lutas desta vida, recebam desde agora o cêntuplo prometido e alcancem por fim a palma da glória eterna. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
ENTREGA DAS INSÍGNIAS
Se for costume da família religiosa entregar as insígnias da profissão, os neoprofessos levantam-se e aproximam-se do Celebrante, que dá a cada um a respectiva insígnia, em silêncio ou dizendo uma fórmula apropriada.
Enquanto isso, o coro canta com o povo a antífona seguinte, com o salmo 83(84), ou outro canto apropriado:
℟.: Felizes os que habitam vossa casa,
para sempre haverão de vos louvar!
a) O Celebrante (ou pelo Superior) diz estas palavras ou outras semelhantes:
Pres.: De hoje em diante terei tudo em comum conosco, pois confirmamos vossa integração na Fraternidade São João Paulo II.
A estas palavras, se for oportuno acrescenta-se:
Pres.: Desempenhai com fidelidade o santo serviço que a Igreja vos confiou para exercerdes em seu nome.
℟.: Amém.
b) Julgando-se preferível, omite-se o que está acima, e o Celebrante (ou o Superior) e os membros da família religiosa dão o abraço da paz aos neoprofessos, segundo o costume do lugar. Enquanto isso, o coro, junto com o povo, canta a antífona seguinte, com o salmo 132(133) ou outro canto apropriado:
℟.: Vinde e vede como é bom, como é suave
os irmãos viverem juntos bem unidos!
LITURGIA EUCARÍSTICA
Durante o canto da preparação das oferendas, algumas dos neoprofessos podem levar ao altar o pão, o vinho e a água para o sacrifício eucarístico.
Sobre as Oferendas
Pres.: Senhor, aceitai benigno os dons e os votos de vossos servos; confirmai na vossa caridade os que professam os conselhos evangélicos. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
Prefácio Próprio
(A vida religiosa como serviço a Deus pela imitação de Cristo)
Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Ele, a flor puríssima que brotou da raiz da Virgem Maria, proclamou Bem-aventurados os puros de coração e, pelo exemplo de sua vida, mostrou o valor sublime da castidade. Ele realizou sempre a vossa vontade e, feito por nós obediente até a morte, quis oferecer-se a vós, como sacrifício agradável e perfeito.Ele chamou a um serviço especialmente zeloso à vossa glória e assegurou que vão encontrar o tesouro do céu os que na terra deixam tudo por vossa causa. Por isso, com a multidão dos anjos e dos santos, nós vos entoamos um hino de louvor, cantando (dizendo) a uma só voz.
ORAÇÃO EUCARÍSTICA III
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Pres.: Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo, sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo + e o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,
une as mãos
que nos mandou celebrar estes mistérios.
A assembleia aclama:
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.
Ou:
Pres.: Mistério da fé e do amor!
A assembleia aclama:
℟.: Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.
A assembleia aclama:
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
A assembleia aclama:
℟.: O Espírito nos una num só corpo!
1C: Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, (Sant'Ana e São Joaquim, São João Paulo II) e todos os Santos, que não cessam de interceder phor nós na vossa presença.
A assembleia aclama:
℟.: Fazei de nós uma perfeita oferenda!
2C: Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa João Paulo, e o nosso Bispo N.*, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido. Dignai-vos também fortalecer, em seu santo propósito, estes vossos servos que hoje se uniram a vós para sempre pelos sagrados vínculos da profissão religiosa e fazei que manifestem em vossa Igreja a vida nova e eterna, que Cristo nos conquistou por sua obra redentora. Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
A assembleia aclama:
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149.
3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
une as mãos
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
℟.: Amém.
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.
Pres.: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
Antífona da comunhão (Mc 16, 15; Mt 28,20)
℣.: Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho! Eis que estarei convosco todos os dias, diz o Senhor.
Depois da comunhão
Pres.: Oremos.
Senhor, a sagrada oblação que oferecemos e recebemos seja fonte de vida para os vossos ministros e todos os fiéis a fim de que, unidos a vós por um amor eterno, mereçam servir dignamente à vossa majestade. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
RITOS FINAIS
Bênção solene
O sacerdote com as mãos estendidas sobre os professos diz:
Pres.: Deus, que inspira os bons desejos, confirme os vossos propósitos e fortaleça os vossos corações, para cumprirdes fielmente o que prometestes.
℟.: Amém.
Pres.: Ele vos conceda percorrer na alegria de Cristo o caminho estreito que escolhestes, carregando generosamente os fardos dos vossos irmãos.
℟.: Amém.
Pres.: O amor de Deus faça de vós uma família congregada em nome do Senhor, que seja imagem da caridade de Cristo.
℟.: Amém.
E abençoa todo o povo, acrescentando:
Pres.: E a todos vós, que participais desta celebração, abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai, e Filho, e Espírito Santo.
℟.: Amém.
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