REGRA CONSTITUCIONAL
FRATERNIDADE SÃO JOÃO PAULO II
"Fiz-me tudo para todos,
afim de salvar a todos"
(1 Cor 9, 22)
LIVRO I
Carisma
CAPÍTULO I
Proêmio
A Fraternidade São João Paulo II, foi fundada oficialmente na igreja da realidade no dia 01 de Maio de 2012 após Deus suscitar no coração do Rvmo. Pe. Ailton Cardoso, este imenso dever. Somos um Instituto de Vida Religiosa de natureza sacerdotal tendo como modelo inspirador São João Paulo II.
Nosso carisma é expresso pelo lema ”TOTUS TUUS IESU PER MARIAM”, pois temos esse desejo de ser todo de Jesus por Maria, e em todas as coisas nos confiarmos a Mãe, pois sabemos que Ela nos levará ao seu Filho. Dentro do nosso carisma temos a missão de santificar o clero através de nosso testemunho e sermos solícitos as necessidades dos sacerdotes, nos colocando a disposição pela oração e serviço. Com um zelo cada dia maior restaurar as famílias e movidos por um espírito missionário salvar a juventude.
Nossa regra é o evangelho vivido na radicalidade onde seguimos o cristo pobre, obediente e casto.
CAPÍTULO II
Forma de Vida
A vocação universal à santidade abarca todos os estados de vida, encarnando-se numa pluralidade de formas, segundo o mesmo Espírito que distribui os seus dons conforme lhe apraz, dando a cada um o modo de viver o Evangelho num aspeto e sob uma luz especial para bem de todo o Corpo, que é a Igreja (cf. 1 Cor 12,7.11).
Unindo-se à obediência redentora de Jesus que depôs sua vontade nas mãos do Pai, cumpram fielmente as obrigações próprias da condição de cada um nas diversas situações da vida, e sigam o Cristo, pobre e crucificado, testemunhando-o, mesmo nas dificuldades e perseguições.
Cristo, pondo toda a sua confiança no Pai, embora apreciasse atenta e amorosamente as realidades criadas, escolheu para Si e para sua Mãe uma vida pobre e humilde; assim, os franciscanos seculares procurem, no desapego e no uso, um justo relacionamento com os bens temporais, simplificando as próprias exigências materiais; estejam, pois, conscientes de que, segundo o Evangelho, são administradores dos bens recebidos em favor dos filhos de Deus. Assim, no espírito das "Bem-aventuranças", se esforcem para purificar o coração de toda inclinação e avidez de posse e de dominação, como "peregrinos e forasteiros" a caminho da casa do Pai.
CAPÍTULO III
Vivência Fraterna
Para fomentar a comunhão entre os membros, o Conselho organize reuniões periódicas e encontros freqüentes, inclusive com noviços, postulantes ou vocacionados, especialmente de jovens, adotando os meios mais apropriados para um crescimento na vida franciscana e eclesial, estimulando cada um à vida de fraternidade. Uma tal comunhão prossegue com os irmãos falecidos mediante o oferecimento de sufrágios por suas almas.
Muitas são as funções na casa geral, que devem ser divididas entre os irmãos. Cada um se dedique a cuidar de um determinado aspecto para que ninguém seja sobrecarregado com os serviços locais.
Observe-se também, o respeito mútuo uns para com os outros. Não deixando claramente, as descontrações. Uma característica fundamental da Fraternidade, é a própria alegria em anunciar o Reino de Deus.
A vivência em Fraternidade ainda que virtual, é um reflexo da comunhão que temos com os irmãos, dada especialmente por Deus para que a convivência seja vivida com unidade e amor.
CAPÍTULO IV
Espiritualidade Carismática
"Examinai tudo: abraçai o que é bom" (Tess.5.21).
Na espiritualidade carismática, o grande propósito é levar a graça da efusão do Espírito Santo para toda igreja e para todo o mundo. Essa é uma arma capaz de mudar corações, consciências e até mesmo mudar o mundo. A Igreja é depositária da graça do Espírito Santo desde o tempo dos apóstolos. Cristo vive! Ele é o Senhor! Esta é a certeza da nossa fé. Enquanto a proclamamos com humildade e firmeza, estamos conscientes do facto que esta certeza não vem de nós. Se pudemos conhecer Cristo, foi porque Ele mesmo se fez conhecer a nós, dando-nos o seu Espírito: "Ninguém pode dizer: "Jesus é Senhor", senão por influência do Espírito Santo" (1 Cor 12, 3).
A Renovação Carismática Católica ajudou muitos cristãos a redescobrir a presença e a força do Espírito Santo na sua vida, na vida da Igreja e no mundo. Esta redescoberta despertou neles uma fé em Cristo repleta de alegria, um grande amor pela Igreja e uma generosa dedicação à sua missão evangelizadora. Recordamos assim palavras de Cristo: «Vim para lançar fogo sobre a terra; e como gostaria que já estivesse aceso!» (Lc 12, 49).
Que os irmãos congregados a este carisma, sempre possam buscar no seu mais íntimo, a força do Espírito Santo que de Deus procede. A força sobrenatural, de corpo e alma para servi-lo ainda mais intensamente, sem desistir. A súplica e a devoção ao Divino Espírito sempre devem ser mantidas nesse instituto para que Deus através de sua presença nos envie bênçãos abundantes dos céus.
CAPÍTULO V
Vida de contemplação
Apesar da Fraternidade obter maior tendência ao carisma missionário, também vive para si a vida de contemplação, onde entendemos a vontade de Deus e podemos ouvi-lo mais se perto.
A oração é o alimento indispensável de toda a dimensão contemplativa: nestes tempos de renovação apostólica, como sempre, aliás, para as outras coisas, quando se trata de umaa tarefa apostólica, o primeiro lugar deve ser dado à contemplação de Deus, à meditação do Seu plano de salvação e à reflexão sobre os sinais dos tempos à luz do Evangelho, para que a oração possa nutrir-se e crescer em qualidade e frequência.
Deste modo, a oração aberta à realidade da criação e da história converte-se em reconhecimento, adoração e louvor constante da presença de Deus no mundo e na sua história, eco de uma vida solidária com os irmãos, sobretudo com os pobres e os que sofrem.
Mas esta oração, pessoal e comunitária, somente se evidencia se o coração do religioso ou da religiosa alcança um grau elevado de vitalidade e de intensidade no diálogo com Deus e na comunhão com Cristo Redentor do homem.
Por isso, no ritmo às vezes fatigoso dos trabalhos apostólicos, a oração pessoal e comunitária deverá ter os seus momentos diários e semanais cuidadosamente escolhidos e suficientemente prolongados. Esses momentos completar-se-ão com experiências mais intensas de recolhimento e de oração, realizadas mensal e anualmente.
LIVRO II
Devoções Específicas
CAPÍTULO VI
Virgem Maria
Um dos traços mais marcantes de São João Paulo II é sua profunda devoção à Nossa Senhora. Desde sua infância até seu último suspiro, o amor que ele tinha pela Mãe de Deus era comovente e inspirador.
A leitura e estudo do Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem deverá ser feita em grupos de estudos a ser marcado com o Superior juntamente com evangelhos, para que o amor a Virgem Santíssima não se perca, mas aumente sob o lema da consagração total a Maria: “Totus tuus ego sum et omnia mea tua sunt”, do latim: “Sou todo teu e tudo que tenho te pertence”.
São João Paulo II, podemos dizer que seu amor por Nossa Senhora foi verdadeiramente “correspondido”. Sabemos, é claro, que Nossa Mãe ama a todos os seus filhos, mas o papa teve ocasiões de um cuidado especial e extraordinário.
A maior dessas ocasiões, sem dúvida, foi a do atentado que ele sofreu em 13 de maio de 1981, quando foi ferido gravemente com tiros na Praça de São Pedro e quase perdeu a vida. Esse emblemático acontecimento não deixa dúvidas: São João Paulo II recebeu, verdadeiramente, um cuidado especial de Nossa Senhora. Com ele, aprendemos a amá-la totalmente, desinteressadamente, e a entregar-lhe nossas vidas com confiança.
Que São João Paulo II nos ensine a ter uma devoção cada vez mais viva e genuína por Nossa Mãe. Como nos ensina o Papa Bento XVI, ainda como cardeal: “o Papa encontrou o reflexo mais puro da misericórdia de Deus na Mãe de Deus. Ele, que havia perdido a sua mãe quando era muito jovem, amou ainda mais a Mãe de Deus.
A maior dessas ocasiões, sem dúvida, foi a do atentado que ele sofreu em 13 de maio de 1981, quando foi ferido gravemente com tiros na Praça de São Pedro e quase perdeu a vida. Esse emblemático acontecimento não deixa dúvidas: São João Paulo II recebeu, verdadeiramente, um cuidado especial de Nossa Senhora. Com ele, aprendemos a amá-la totalmente, desinteressadamente, e a entregar-lhe nossas vidas com confiança.
Que São João Paulo II nos ensine a ter uma devoção cada vez mais viva e genuína por Nossa Mãe. Como nos ensina o Papa Bento XVI, ainda como cardeal: “o Papa encontrou o reflexo mais puro da misericórdia de Deus na Mãe de Deus. Ele, que havia perdido a sua mãe quando era muito jovem, amou ainda mais a Mãe de Deus.
CAPÍTULO VII
Santíssima Eucaristia
São João Paulo II sempre teve um amor especial pela Sagrada Eucaristia e lhe reservava o momento mais importante do dia – o primeiro. Levantava-se entre 5h e 5h30 da manhã todos os dias, para poder se colocar em oração. Dedicava os primeiros minutos para sua oração pessoal e, então, se preparava para celebrar a Santa Missa.
Em diversos momentos, João Paulo II expressa seu principal chamado: consagrar pão e vinho para torná-los Corpo e Sangue do Senhor, eis sua vocação primeira.
Que os irmãos sempre procurem fazer adorações e momentos eucarísticos para adorar nosso único Deus.
CAPÍTULO VIII
Divina Misericórdia
Como devoção à Divina Misericórdia, Jesus pediu, além da imagem, a Festa da Divina Misericórdia, no primeiro domingo após a Páscoa. Ele ensinou também o terço da Divina Misericórdia, oração a ser rezada preferencialmente às 15h, hora da misericórdia, recordando e meditando a sua dolorosa Paixão.
A relação entre papa são João Paulo II e a Divina Misericórdia sempre foi muito presente em seu pontificado. Ele beatificou a irmã Faustina em 1993 e a declarou santa em abril de 2000. Na mesma data, o papa anunciou o segundo Domingo da Páscoa como Festa da Divina Misericórdia, em correspondência com o que Jesus pediu a santa. E, em 2002, em uma viagem apostólica a sua terra natal, o papa consagrou o mundo à Divina Misericórdia.
CONCLUSÃO
Considerações finais
Considerações finais
Por isso devemos viver conforme nos pede o Cristo Misericordioso, sendo grandes devotos e dispensadores da Divina Misericórdia. Que assim sendo, possamos viver uma vida casta, pobre e amorosa para com todos os irmãos que vivem em unidade.
